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	<title>Grupo Executive Prime &#124; Trabalhando pelo seu Sucesso &#187; profissionalismo</title>
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	<description>A Executive Prime é destinada para atender as necessidades dos profissionais especializados, que não encontravam em São Paulo uma empresa para assessorá-los na busca por novas oportunidades de trabalho: a recolocação. Através de nossa divisão Outplacement, conquistamos a credibilidade na orientação personalizada de executivos.</description>
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		<title>Redes Sociais: Febre no mundo dos concurseiros</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 19:58:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Concursos públicos mobilizam multidões em todo o país. E já há algum tempo mobilizam também multidões na internet. A rede mundial de computadores trouxe muitos benefícios para toda a sociedade. Não poderia ser diferente para quem vive de prestar concursos. O carioca Romário Ferreira Said (48), que mora em Cambuci, cidade localizada a 267 km [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Concursos públicos mobilizam multidões em todo o país. E já há algum tempo mobilizam também multidões na internet. A rede mundial de computadores trouxe muitos benefícios para toda a sociedade. Não poderia ser diferente para quem vive de prestar concursos. O carioca Romário Ferreira Said (48), que mora em Cambuci, cidade localizada a 267 km da capital, e já prestou pelas próprias contas algo em torno de 12 processos seletivos, atribui à existência  de fóruns virtuais sobre concursos a possibilidade de seguir de perto os desdobramentos das seleções de que participa. “Veja o meu caso que moro a quase 300 km do Rio de Janeiro. Se não fossem esses fóruns de que maneira eu poderia estar antenado com o que vem ocorrendo com o concurso? Com certeza seria bem mais difícil para mim”. </p>
<p>Romário, veterano de concursos não é o único com essa percepção. A mineira Giselle Trancoso Araujo (27), que ainda não participou de nenhum concurso público, mas alimenta esse desejo, vê na troca de experiências propiciada por comunidades virtuais uma janela para inspiração e motivação. “Eu percebia que na maioria das comunidades de orkut de meus amigos sempre tinha uma de concursos”, afirma Giselle, que acrescenta: “quero muito participar de um e obter uma boa colocação no mercado de trabalho”. </p>
<p>Romário e Giselle, cada qual a seu modo, são expoentes de uma nova tendência no universo dos concursos. Cada vez mais “concurseiros” lançam mão de estratégias similares para aumentar tanto a competitividade quanto a motivação. </p>
<p>“A maior vantagem é que o candidato que tem acesso aos fóruns, passa a conhecer um pouco de cada um e logo aprende com as ideias dos outros, amadurecendo para os próximos concursos”, resume Cláudio Willians de Oliveira (20), mineiro de Belo Horizonte que atualmente participa da seleção promovida pela Polícia Militar.  </p>
<p><strong>Vantagens e desvantagens </strong>-  No mundo dos Orkuts, Twitters e fóruns virtuais há, no entanto, margem para desvirtuamentos.  “A desvantagem são as pessoas sem escrúpulos e de caráter duvidoso que passam falsas informações e querem apenas tumultuar o ambiente”, lembra Romário. O Departamento de Concursos da Fundação Cesgranrio salienta que nada pode fazer se o candidato se orienta por outros meios que não sejam reconhecidos pela instituição e reafirma a política vigente da grande maioria das  empresas organizadoras: “a Fundação Cesgranrio adota, de forma oficial, inclusive indicada em seus editais, uma forma de comunicação  através do nosso site na internet ou através do call center. A nossa instrução é sempre de comunicação direta com estes dois canais”. Cláudio lembra que esse é um caminho possível, e até mesmo mais fácil, para membros de fóruns e comunidades sobre concursos. “Na internet você encontra inúmeros links para acesso do andamento (do concurso), como também em site de cursinhos e etc”. </p>
<p>Fóruns virtuais e comunidades temáticas em sites de relacionamento servem também a outros propósitos de natureza mais prática. “O que mais procuro são informações sobre concursos, provas anteriores, notas de corte de concursos passados, opiniões de candidatos, discussões sobre questões de provas e recursos”, reconhece Cláudio.   </p>
<p>A também veterana de concursos públicos Rosangela Carla de Oliveira, 35, concorda. “Minha motivação em participar da comunidade concurseiros é basicamente encontrar material que possa ser útil aos meus estudos”, revela a carioca. </p>
<p>Romário, por sua vez, enxerga ainda mais uma vantagem preponderante na existência e no ativismo de fóruns e comunidades sobre concursos. ”Considero também que seja uma poderosa ferramenta. Porque dá mais transparência e as próprias autoridades ficam mais receosas em cometer alguma atitude delituosa porque sabem que estão sendo marcadas em cima. É o “big brother” do mundo globalizado”.</p>
<p>A Fundação Cesgranrio reconhece o apelo das novas ferramentas popularizadas pelo acesso cada vez mais flagrante a internet; “comunidades virtuais vêm surgindo nos meios sociais abordando os mais diversos temas. Natural que também na área de concursos elas se formem e seus integrantes se manifestem tanto positivamente quanto negativamente”.  No entanto, resiste a ideia de que fóruns e comunidades virtuais colaborem de alguma maneira para a lisura de um concurso. “Qualquer entidade organizadora de concursos tem como uma de suas principais preocupações, a lisura na realização de exames. Ela deve existir independente de fóruns ou coisas afins”.     </p>
<p><strong>União</strong> – Não são só troca de informações, dicas, sugestões e material de estudo que compõem o cotidiano dos frequentadores de fóruns e comunidades sobre concursos. Eles realizam verdadeiras vigílias. Acompanham e comentam sobre todas as fases dos concursos que estiverem participando. E se sentirem que é necessário, se engajam em reverter qualquer inconsistência ou prejuízo. “É de extrema importância ficar ligado no andamento do concurso, pois podem ocorrer alterações, cancelamentos ou de você ter passado e seu nome estar na lista de aprovados e depois eles tirarem seu nome”, ressalta Cláudio.</p>
<p>Há dois anos, um concurso público promovido pela Câmara municipal de São Paulo teve sua realização suspensa depois que uma denúncia de fraude, que ganhou corpo em fóruns virtuais, foi formalizada junto ao Ministério Público.</p>
<p><strong>Efeitos práticos</strong> – O advogado, pós-graduado em direito do trabalho e em direito administrativo, Paulo Roberto Barros Dutra Junior lembra que o candidato deve considerar como parâmetro para qualquer irregularidade o edital do concurso. “A regra de ouro para a seleção é o edital”. E complementa: “Caso os candidatos tenham quaisquer suspeitas com relação à lisura do procedimento, devem necessária e formalmente informar à Comissão do Concurso acerca dos fatos que tenha tomado conhecimento e que levem à fundada suspeita. Também é recomendável a comunicação da ocorrência de crime à autoridade policial”.</p>
<p>Dutra Junior encerra advertindo para a correta manipulação de comunidades e fóruns virtuais pelos candidatos. “Entendo que não existe restrição legal em relação aos candidatos que pretendam participar de comunidades virtuais. A observação que se faz é com relação ao conteúdo da participação dos candidatos. Como em qualquer comunidade, seja ela virtual ou real, há que se ter em mente que o direito de ‘livre opinião’ não é absoluto, ou seja, comentários que sejam ofensivos aos membros da Comissão Examinadora, como também em relação à lisura do procedimento podem, ao menos em tese, caracterizar crime de calúnia”.</p>
<p>Reinaldo Matheus Glioche/SP<br />
<a href="http://www.jcconcursos.com.br" target="_blank">www.jcconcursos.com.br</a></p>
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		<title>Por que as pessoas devem admirar você?</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 13:30:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem não tem a capacidade de conquistar seus liderados acaba usando a força do cargo para se impor e ser obedecido. Na marra, um líder nada consegue.
Muitas pessoas pensam que seu cargo ou posição são suficientes para conquistar o respeito e a admiração dos outros. Nada é mais ilusório. Cada dia surgem mais pessoas que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Quem não tem a capacidade de conquistar seus liderados acaba usando a força do cargo para se impor e ser obedecido. Na marra, um líder nada consegue.</em></p>
<p>Muitas pessoas pensam que seu cargo ou posição são suficientes para conquistar o respeito e a admiração dos outros. Nada é mais ilusório. Cada dia surgem mais pessoas que desejam ser líderes. O problema é que elas não têm capacidade de criar nos outros o desejo de serem liderados por elas.</p>
<p>Um pai jamais vai ganhar a admiração do filho só porque é seu pai biológico, embora muitos pais pensem que isso basta. A aceitação da liderança é um sentimento que brota como o amor. O liderado precisa ser conquistado para respeitar o líder integralmente, como seu comandante e como pessoa. Este é o segredo.</p>
<p>Quem não tem a capacidade de conquistar seus liderados acaba usando a força do cargo para se impor e ser obedecido. Na marra, um líder nada consegue. As pessoas podem obedecê-lo por necessidade de sobrevivência ou por medo. No fundo, o líder sabe que não pode contar com esses liderados. Não há pactos tácitos entre eles. É como um general que comanda uma tropa de mercenários. Se surgir uma oportunidade, os soldados se bandeiam para o lado que pagar mais.</p>
<p>Quem obedece porque deve está se importando mais com seu líder do que consigo próprio. É como um casamento por amor: os noivos escolhem um ao outro e assumem os compromissos de sua opção. Isso possibilita a criação de um time sólido, pronto para o que der e vier.</p>
<p>Quando eu era estudante de Medicina, vi muitos médicos que chefiavam departamentos mas não eram líderes de verdade. Ninguém da equipe queria escutá-los. Muitas vezes, a liderança autêntica brotava de uma enfermeira. Em vez de se apoiar nisso, o médico-chefe ficava com ciúme e cobrava obediência da equipe. Era atendido porque o pessoal tinha medo de perder o emprego. Mas a admiração pela enfermeira continuava.</p>
<p>Em vez de ficar competindo com ela, o médico-chefe faria melhor se tentasse aprender como a enfermeira conseguia tocar o coração das pessoas. Se assim fizesse, certamente estaria começando a ser um líder de verdade. Outro conflito típico é o do engenheiro-chefe com o mestre-de-obras.</p>
<p>O primeiro fez uma faculdade, é avalizado por um diploma de curso superior. Mas a equipe acaba escutando o mestre-de-obras, porque ele tem experiência e conquistou a admiração do grupo. Quem contrata e demite é o engenheiro. É quem tem o poder de mandar. Mas não é admirado. A hierarquia não garante e nem sustenta uma liderança ilegítima.</p>
<p>Pense nisso: se sua equipe escuta você, respeita suas idéias e tem vontade de segui-lo, você está ajudando as pessoas a realizar seus sonhos. Se você tem que usar a força do cargo para ser ouvido, se as pessoas o temem, você ainda não chegou lá.</p>
<p>Roberto Shinyashiki é psiquiatra, palestrante e autor de 13 títulos.<br />
<a href="http://www.clubedoscampeoes.com.br" target="_blank">www.clubedoscampeoes.com.br</a></p>
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		<title>Saiba como ter um bom relacionamento com o seu chefe</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 15:03:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ter um bom relacionamento com o chefe é uma questão que não envolve apenas fazer bem as tarefas do trabalho. Um profissional pode ser ótimo no que faz e, por não saber lidar com o superior, perde oportunidades de apresentar ideias, resolver problemas e até mesmo ser promovido. Em casos extremos, um desentendimento no trabalho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ter um bom relacionamento com o chefe é uma questão que não envolve apenas fazer bem as tarefas do trabalho. Um profissional pode ser ótimo no que faz e, por não saber lidar com o superior, perde oportunidades de apresentar ideias, resolver problemas e até mesmo ser promovido. Em casos extremos, um desentendimento no trabalho pode até levar a uma demissão desnecessária que poderia ser evitada com um simples jogo de cintura, segundo especialistas.</p>
<p>A maneira de agir com o chefe, porém, exige uma percepção de como ele é e como prefere ser tratado. De acordo com profissionais da área recursos humanos, chefes centralizadores, por exemplo, precisam ter a confiança conquistada, os inseguros devem ser estimulados e, os mal-humorados, animados.</p>
<p>Independente da personalidade do chefe, também há determinados comportamentos padrões que ajudam a evitar deslizes, puxões de orelha e desentendimentos no ambiente de trabalho. Entre eles está discordar com embasamento e saber engolir alguns sapos de vez em quando.</p>
<p>“Ao conversar com o gestor, é preciso saber que ele não é nem seu pai nem um amigo. São dois profissionais em uma relação de trabalho”, afirma Lizete Araújo, vice-presidente de planejamento da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH).</p>
<p>Segundo Lizete, por trás de cada chefe e funcionário, há uma pessoa com diferentes valores. “As atitudes geram consequências positivas e negativas. Um pai não vai mandar o filho embora por conta de uma discussão, já um gestor, talvez”, disse.</p>
<p>Confira abaixo as respostas dos especialistas Roberto Recinella e Márcia Palmeira sobre como se relacionar com o chefe em situações comuns no ambiente de trabalho.</p>
<h3>Como discordar do chefe?</h3>
<p>“Com cautela e, se possível, em particular. Evite expô-lo a uma discussão pública, mesmo que você esteja com a razão. Tenha sempre dados e informações que respaldem sua opinião.” (Roberto Recinella)</p>
<p>“Tenha sempre argumentos sólidos e coerentes.” (Márcia Palmeira)</p>
<h3>Quando falar e quando se calar?</h3>
<p>“Use o bom senso e observe o comportamento das pessoas ao redor. As reuniões, geralmente, são controladas pelo chefe. Se ele der o sinal para parar, faça-o imediatamente. Se você achar que a situação ficou mal resolvida, agende um momento para esclarecer a situação particularmente.” (Roberto Recinella)</p>
<h3>Devo ficar calado ou me defender dos meus erros?</h3>
<p>“Depende da abertura do chefe. Mas, sempre que possível, defenda-se com justificativas condizentes e, claro, nunca repita o erro de novo.” (Roberto Recinella)</p>
<p>“Quando você tem certeza do erro que cometeu, o melhor é ficar calado. Não tente se justificar ou se defender, pois fica muito pior.” (Márcia Palmeira)</p>
<h3>Como agir após um desentendimento? Devo engolir sapos?</h3>
<p>“Espere os ânimos esfriarem. Depois, seja humilde e peça desculpas. Justifique a sua atitude e, se possível, não repita o comportamento. Na maioria das vezes, é preciso engolir sapos. Uma competência importante é saber digerir os sapos que engolimos.” (Roberto Recinella)</p>
<p>“Espere sair do clima de tensão e, aí sim, retome a conversa sem emoções. No momento de tensão, todos perdem a razão. O melhor é não chegar ao ponto do desentendimento, que sempre traz sequelas.” (Márcia Palmeira)</p>
<h3>Preciso ir a todos os happy-hours?</h3>
<p>“Não. Se não for, justifique a sua ausência e agradeça o convite. Se possível, compareça a alguns encontros, nem que seja para sair mais cedo, para não ficar rotulado como anti-social. Happy-hours são uma ótima oportunidade de networking e favorecem os laços fora do trabalho. Cuidado, porém, com o comportamento.” (Roberto Recinella)</p>
<p>“É recomendável ir a alguns, o que favorece as relações interpessoais e, conseqüentemente, facilita a troca de informações. Só vá a todos se for prazeroso para você. Nada que se faz apenas por obrigação dá bons resultados.” (Márcia Palmeira)</p>
<h3>Preciso ser amigo do chefe?</h3>
<p>“Não. O que você não dever ser é inimigo dele. Você precisa é ser competente no que faz.” (Roberto Recinella)</p>
<p>“Não necessariamente. Respeito e admiração entre as partes, porém, é fundamental. Ter proximidade com o chefe sempre facilita o tratamento com os assuntos mais complexos do dia-a-dia.” (Márcia Palmeira)</p>
<h3>Preciso puxar o saco do chefe?</h3>
<p>“Não. Você deve mostrar resultados. O chefe sabe diferenciar puxa sacos das pessoas competentes.” (Roberto Recinella)</p>
<p>“Puxar saco pode trazer algum benefício em curto prazo, mas não é sustável, pois os elogios são superficiais.” (Márcia Palmeira)</p>
<h3>Devo fazer o que o chefe quer ou o que eu quero?</h3>
<p>“Os dois. Se tudo estiver correndo bem na empresa, raramente isso acontecerá, pois as metas estão na mesma direção. Seus esforços devem estar na sinergia.” (Roberto Recinella)</p>
<h3>Devo dar minhas opiniões em assuntos que não me dizem respeito?</h3>
<p>“Não. A não ser que alguém envolvido lhe peça e, mesmo assim, meça as suas palavras.” (Roberto Recinella)</p>
<p>“As sugestões de todos devem sempre ser bem vindas. Dependendo da sugestão, o melhor é dirigi-la ao responsável pela área, de uma forma humilde e com verdadeira intenção de ajudar, e não de criticar.” (Márcia Palmeira)</p>
<h3>Como sugerir novas ideias?</h3>
<p>“Marque uma conversa e, de modo claro e transparente, exponha as idéias coerentemente. Esteja munido de dados consistentes. Se o chefe não aceitar, peça para que justifique o motivo.” (Roberto Recinella)</p>
<p>“Se não existir um fórum específico, sugiro que seja feito em um conversa com a chefia direta.” (Márcia Palmeira)</p>
<h3>Devo mudar meu jeito de ser por causa do trabalho?</h3>
<p>“Não. As pessoas mudam conforme suas experiências de vida. Mas isso não significa que você deva ser diferente por causa do trabalho. Caso isso esteja acontecendo, significa que os valores da empresa e os seus são diferentes. Sendo assim, está na hora de pensar em mudar de empresa.” (Roberto Recinella)</p>
<p>“Nem todas as atitudes que temos em nossa vida privada são adequadas para o trabalho. Se o trabalho exigir uma mudança muito radical, você não vai conseguir se adequar. Então, o melhor um emprego que seja mais compatível com sua forma de ser a agir.” (Márcia Palmeira)</p>
<h3>O que fazer se não concordo com as exigências do emprego?</h3>
<p>“Tente justificar sua insatisfação e, caso não haja um consenso, o que é o mais provável, mude de emprego.” (Roberto Recinella)</p>
<p>“Procure outro emprego. Esse não lhe serve. Trará infelicidade e você não será produtivo.” (Márcia Palmeira)</p>
<h3>Como pedir um aumento?</h3>
<p>“Agende uma reunião com seu chefe e seja profissional. Exclua qualquer referência de natureza pessoal como o aumento da prestação da casa ou do colégio das crianças. Se restrinja a apresentar suas contribuições, se elas existirem.” (Roberto Recinella)</p>
<p>“Liste as novas atribuições que você pode ter recebido recentemente, o resultado que você apresentou e a importância da sua atuação. Porém, certifique-se que tudo é verdadeiro. Ache o momento adequado, peça uma conversa reservada com o chefe e use as armas escolhidas.” (Márcia Palmeira)</p>
<h3>Como agir quando não sou reconhecido?</h3>
<p>“Respire fundo e mude de estratégia. Tente mostrar mais os resultados do seu trabalho. Repense seu marketing pessoal.” (Roberto Recinella)</p>
<p>“Não podemos obrigar ninguém a nos reconhecer. Porém, há duas alternativas. Uma delas é alimentar sua própria auto-estima, acreditando que está fazendo o seu melhor. Você também pode solicitar feedbacks do trabalho. No último caso, prepare-se para ouvir o que não espera.” (Márcia Palmeira)</p>
<p>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/g1/concursos-e-emprego/" target="_blank">G1 Globo</a></p>
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